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octobre 3, 2013
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Active o Princípio de Auditoria de Cidadão à Dívida

juin 29, 2013
O poder político governativo aceitou ser alienado para manter a guerra contra o seu próprio Estado, ou seja contra os cidadãos  e Hoje a sociedade tem que repor o óbvio e o bom senso participando activamente na governação do Estado. A Democracia encontra-se como refém e cabe a nós cidadãos de lutarmos pela sua libertação activando o Princípio de Auditoria de Cidadão à Dívida,instrumento legal, nos termos da Constituição portuguesa permite a todo Cidadão de compreender o processo que o governo criou para contrair as dívidas públicas em nome do Cidadão.
Afirme a sua Dignidade dando Voz ao Principio de Auditoria de Cidadão, instrumento essencial de resistência e de reapropriação democrática na governação, assine e divulgue no seio do seu meio relacional. http://www.peticaopublica.com/?pi=P2013N38162
chamo a atenção que não necessita de ser aprovado por nenhum orgão do Estado, utilizei este canal para medir em % a vontade da sociedade em nr de assinaturas do cidadão
Se estiver de acordo assine e ajude a que este instrumento legal tenha o mínimo de 100.000 assinaturas.
O Cidadão « Lúcido » não deve desistir de continuar a despertar a reflexão a quem está drogado pela ordem de venerar o Terrorista de Estado.

Presença Feminina no Mercado

mai 31, 2009


O aumento da participação feminina, não se dá apenas na condição de assalariada, mas sobretudo de empreendedora. O que revela a metamorfose no mercado, traduzindo uma mudança social de grandes proporções, pois envolve transformações nas expectativas de vida pessoal, nas relações familiares, na representatividade da força de trabalho feminina (tanto em termos numéricos como em níveis educacionais), bem como na redução dos empregos.
O facto é que as mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho na condição de empreendedora, desflorando a sua relevância:
económica (principalmente na geração de empregos para elas e outras pessoas),
social (no favorecimento do equilíbrio entre trabalho e família),
política (na procura por maior autonomia como grupo social minoritário)
e cultural (na desmistificação das barreiras relacionadas à questão de género, no âmbito da herança cultural sexista).
O segmento das Micros e Pequenas Empresas é considerado um dos pilares de sustentação de uma economia nacional, em função de seu número, abrangência e capilaridade.
Assim, a pequena empresa, desempenha um papel de importância fundamental no crescimento e na maturação de uma economia, colabora para diminuir o desequilíbrio socio-económico entre as diversas regiões portuguesas, através do desenvolvimento empresarial, gerando emprego e renda no país.
Um dos principais desafios a serem superados pelas Micros e Pequenas Empresas é torná-las mais flexíveis e adaptáveis às características do ambiente de negócios:
a) proporcionar uma energia vital, no âmbito de produzir o crescimento da produtividade necessária, para a reestruturação económica o que levará a padrões de vida mais elevados.
b) minimizar a vulnerabilidade das empresas industriais de grande porte diante dos distúrbios potencialmente catastróficos em tempos instáveis, para as tornarem mais eficientes em períodos mais prósperos.
Surge então a necessidade, para este segmento, desenvolver habilidades e competências para tornar seus empreendimentos capazes de auto sustentarem-se e de criarem sinergias em rede.
Mas qual a relação entre empreendedorismo feminino e as micros e Pequenas Empresas?
Existe uma dimensão muito importante, não só para as organizações, mas também para a sociedade como um todo, que consiste na participação da mulher, no contexto do trabalho e nos reflexos da sua maneira de pensar, agir e sentir sobre os fenómenos relacionais evidenciados na complexidade organizacional.

Hello world!

mai 31, 2009

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